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quarta-feira, 25 de março de 2009

Vitrolas


Toca-discos, radiola, vitrola (português brasileiro) ou gira-discos (português europeu) é um aparelho eletrônico ou aparelho de som para tocar discos de vinil. Consiste de uma base que acomoda o prato circular, que gira no sentido horário acionado por um motor elétrico, com um pino central onde se deposita ou encaixa o disco ; à direita existe um braço pivotante contendo, na extremidade, uma cápsula fonocaptora e agulha para se fazer a leitura dos micro-sulcos do vinil. Para se ouvir o disco, desde o início, a agulha é colocada na borda externa do disco. As velocidades de rotação do prato podem ser de 16, 33 e 1/3, 45 ou 78 RPM , dependendo do modelo do toca-discos e do disco que será tocado.

No auge do LP vários fabricantes colocaram no mercado muitos modelos, alguns bem simples, sem recursos e outros muito sofisticados, com variados recursos para audição de alta fidelidade, tais como ajuste fino da velocidade por meio de marcação estroboscópica, braços precisos, leves, com vários ajustes e equipados com cápsulas de excelente qualidade.

terça-feira, 10 de março de 2009

Vídeo Cassete


O vídeo cassete (ou videocassete), também conhecido por V-K7 ou pela sua sigla inglesa VCR(Video Cassette Recorder), é um aparelho eletrônico capaz de gravar e reproduzir imagens que são registradas em fitas magnéticas acondicionadas em caixas plásticas (cassetes) para facilitar o manuseio. Ele é o sucessor do video-tape gravador de imagens que ujtilizava fitas magnéticas em carreteis plásticos. Inicialmente os videocassetes eram dirigidos ao mercado amador, mas com o tempo a tecnologia foi aperfeiçoada e usada para fins profissionais. Dependendo das características físicas da caixa e da fita bem como das especificações técnicas de gravação e reprodução da imagem, foram definidos diferentes "formatos" de videocassetes como o Betamax, VHS, Betacam e outros.O mercado de VCRs no Brasil explodiu na década de 1980. Os primeiros aparelhos eram importados, legal ou ilegalmente, e por se tratarem de equipamentos projetados para o mercado americano, necessitavam de uma adaptação para funcionarem com padrão de televisão em cores adotado no Brasil, o PAL-M. A adaptação era feita em oficinas de manutenção de equipamentos eletrônicos e a qualidade da modificação variava muito.

Nestes tempos iniciais do videocassete no Brasil, o mercado de fitas pré-gravadas também se caracterizava pela informalidade. A maneira de se conseguir fitas pré-gravadas era se filiar a um “vídeo-clube” que, pelo menos em teoria, não cobrava nada, posto que os sócios ao fornecerem uma certa quantidade de fitas podiam emprestar as fitas dos outros sócios. Em meados da década de 1980 esta situação acabou, devido principalmente à pressão dos distribuidores ligados aos grandes estúdios, e as locadoras tomaram o lugar dos vídeo-clubes.

Em 1982 a Sharp lançou o primeiro aparelho de VCR fabricado no Brasil. Cerca de um ano após, a Philco lançou o seu aparelho e, logo, outros fabricantes lançaram também os seus aparelhos. Todos eles usavam o formato VHS, com exceção da Sony que lançou um equipamento Betamax. Este formato, apesar dos esforços da Sony, nunca teve participação significativa no mercado brasileiro devido principalmente à falta de material pré-gravado (filmes).

domingo, 18 de janeiro de 2009

Zé do Caixão


José Mojica Marins, conhecido como Zé do Caixão, (São Paulo, 13 de março de 1936) é um ator e diretor de cinema brasileiro.

Zé do Caixão", seu personagem mais conhecido, foi criado por ele em 11 de outubro de 1963, após ser atormentado por um pesadelo no qual um vulto o arrastava até seu próprio túmulo. A primeira aparição do personagem foi no filme À Meia-Noite Levarei Sua Alma (1963). Desde então, ele apareceu em diversos filmes.

Segundo o próprio José Mojica Marins, o nome Zé do Caixão veio de uma lenda de um ser que viveu há milhões de anos no planeta terra que se transformou em luz e depois de anos esta luz voltou a terra.

Apresentou, na década de 1990, os programas Cine Trash e Cine Sinistro, ambos na Rede Bandeirantes.

Mojica teve seus títulos lançados na Europa e nos Estados Unidos da América, onde participou de mostras, festivais e recebeu prêmios. No Brasil, Mojica não conseguiu o mesmo sucesso e reconhecimento. Existem poucos títulos de seus filmes disponíveis no mercado, o que tornou sua obra pouco conhecida. Sua participação na mídia se dá quase sempre de maneira cômica, fato que teve que abraçar por necessidades financeiras.
Eu adoro filmes de terror ,mas tambem curtia os chamados filmes trashs exibidos no programa do Zé do caixão.adorava quando ele dizia,apontando com aquelas unhas enormes asquerosas..você,você ..toooodos vocês!!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Zebrinha do Fantástico


Zebrinha ou "Zebrinha da Loteria Esportiva" ou "Zebrinha do Fantástico", é personagem criada pelo caricaturista e diretor de televisão Borjalo (pseudônimo de Mauro Borja Lopes,para informar os resultados da Loteria Esportiva no programa de TV Fantástico da Rede Globo.uma personagem carismática para informar os resultados dos testes semanais. Na gíria da época, "zebra" era um resultado inesperado no futebol. Então, Borjalo criou uma zebra falante para o programa Fantástico, que estreou em agosto de 1973.
O bordão "Olha eu aí! Zêêêbra!!!", quando o resultado de alguma partida era surpreendente.A Zebrinha permaneceu no ar até a Copa do Mundo de 1986. A Loteria Esportiva já não atraia tantos apostadores, e os recursos da computação gráfica deixava os cartões-truca para trás.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Zé Gotinha


Para entender um pouco o surgimento do personagem Zé Gotinha é preciso voltar um pouco no tempo. A primeira tentativa de controlar a poliomielite no Brasil aconteceu em 1971 com a instituição do Plano Nacional de Controle da Poliomielite, pelo Ministério da Saúde, em conseqüência de vários surtos da doença no país. No final de 1979 e início de 1980 ocorreu grave epidemia de poliomielite em Santa Catarina e no Paraná. A estratégia adotada para conter esse quadro, em curto espaço de tempo, foi a vacinação maciça de crianças, em todo o Brasil. Criou-se, então, os Dias Nacionais de Vacinação com o objetivo de vacinar todas as crianças na faixa etária de zero a cinco anos de idade em um só dia. Após os Dias Nacionais de Vacinação houve significativa redução do número de casos de poliomielite no país. No campo da divulgação e comunicação, também aconteceram mudanças significativas. A principal ocorreu em 1986 com a criação do Zé Gotinha, personagem símbolo da campanha pela erradicação da Poliomielite no Brasil, pelo artista plástico Darlan Rosa. A marca proposta foi baseada em estudo fotográfico de 1887, de Eadweard Muybridge, que foi simplificado e transformado em desenho. A este foram acrescidas as duas gotas necessárias à vacinação. A logomarca da campanha de vacinação contra a poliomielite, batizada de Zé Gontinha, foi escolhida a partir de um concurso, que contou com a participação de escolas públicas de todo o Brasil. Logo em seguida, o mascote foi utilizado em um comercial para o dia nordestino de vacinação, caracterizado como cangaceiro. O Zé Gotinha firmou-se como sinônimo de vacina, e como "referencial para a população, em termos de métodos de prevenção, principalmente os referentes às doenças evitáveis por vacinação. Entretanto, até que houvesse aceitação de seu uso em nível nacional, "decidiu-se que, inicialmente, a marca seria trabalhada para as vacinas do primeiro ano de vida.