terça-feira, 10 de março de 2009

Vídeo Cassete


O vídeo cassete (ou videocassete), também conhecido por V-K7 ou pela sua sigla inglesa VCR(Video Cassette Recorder), é um aparelho eletrônico capaz de gravar e reproduzir imagens que são registradas em fitas magnéticas acondicionadas em caixas plásticas (cassetes) para facilitar o manuseio. Ele é o sucessor do video-tape gravador de imagens que ujtilizava fitas magnéticas em carreteis plásticos. Inicialmente os videocassetes eram dirigidos ao mercado amador, mas com o tempo a tecnologia foi aperfeiçoada e usada para fins profissionais. Dependendo das características físicas da caixa e da fita bem como das especificações técnicas de gravação e reprodução da imagem, foram definidos diferentes "formatos" de videocassetes como o Betamax, VHS, Betacam e outros.O mercado de VCRs no Brasil explodiu na década de 1980. Os primeiros aparelhos eram importados, legal ou ilegalmente, e por se tratarem de equipamentos projetados para o mercado americano, necessitavam de uma adaptação para funcionarem com padrão de televisão em cores adotado no Brasil, o PAL-M. A adaptação era feita em oficinas de manutenção de equipamentos eletrônicos e a qualidade da modificação variava muito.

Nestes tempos iniciais do videocassete no Brasil, o mercado de fitas pré-gravadas também se caracterizava pela informalidade. A maneira de se conseguir fitas pré-gravadas era se filiar a um “vídeo-clube” que, pelo menos em teoria, não cobrava nada, posto que os sócios ao fornecerem uma certa quantidade de fitas podiam emprestar as fitas dos outros sócios. Em meados da década de 1980 esta situação acabou, devido principalmente à pressão dos distribuidores ligados aos grandes estúdios, e as locadoras tomaram o lugar dos vídeo-clubes.

Em 1982 a Sharp lançou o primeiro aparelho de VCR fabricado no Brasil. Cerca de um ano após, a Philco lançou o seu aparelho e, logo, outros fabricantes lançaram também os seus aparelhos. Todos eles usavam o formato VHS, com exceção da Sony que lançou um equipamento Betamax. Este formato, apesar dos esforços da Sony, nunca teve participação significativa no mercado brasileiro devido principalmente à falta de material pré-gravado (filmes).

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